Na contemporaneidade o corpo torna o elemento de maior investimento da tecnologia. O individuo é estimulado, por um discurso vinculado aos meios de comunicação e informação, de consumir um corpo perfeito, sadio e jovem. Segundo Couto (2009) o culto ao corpo se tornou um estilo de vida, mas de uma vida tecnocientífica.
Contudo, a apelo a um corpo perfeito não está restrito a epiderme, somos responsáveis por conservar o interior do corpo em perfeito estado, vigiar o aparecimento de possíveis doenças. A palavra de ordem é prevenir, antecipar-se aos danos causados pelo tempo, o clima, os agentes poluidores, o ritmo de vida alucinante. Por detrás de todas essas recomendações o que se encontra é o discurso, amplamente divulgado, de que o corpo precisa ser glamourizado (Couto, 2009, p.46).
As tecnologias não estão apenas interessadas em prolongar a juventude, mas também, em restaurar sentidos e/ou movimentos, superar limitações e expandir capacidades físicas e mentais a partir da introdução de artefatos tecnocientíficos no corpo. O homem híbrido parte orgânico, parte inorgânico é uma realidade. É cada vez maior a compreensão de que o corpo se tornou o lugar por excelência das tecnologias de ponta e o destino das máquinas (Couto, 2009, p. 47).
Investir no corpo passou a ser um excelente negócio, o mercado da beleza, da saúde e do bem estar nunca foi tão atrativo, a cada instante um novo produto milagroso surge nas prateleiras com a promessa de tornar o corpo perfeito e de melhorar abruptamente o desempenho dos órgãos. A velhice parece estar cada vez mais longe de novas vidas tecnocientíficas.
Segundo o autor (2009), o corpo se tornou o lugar ideal para todo tipo de experimento da biotecnologia, investimento da economia de mercado e o principal objeto de consumo no capitalismo avançado. Este determina a partir de mensagens publicitárias o novo olhar que individuo deve ter sobre seu corpo, produzindo homens insatisfeitos com a sua aparência e capazes de se remodelarem incessantemente para serem aceitos pela coletividade.
Contudo, a apelo a um corpo perfeito não está restrito a epiderme, somos responsáveis por conservar o interior do corpo em perfeito estado, vigiar o aparecimento de possíveis doenças. A palavra de ordem é prevenir, antecipar-se aos danos causados pelo tempo, o clima, os agentes poluidores, o ritmo de vida alucinante. Por detrás de todas essas recomendações o que se encontra é o discurso, amplamente divulgado, de que o corpo precisa ser glamourizado (Couto, 2009, p.46).
As tecnologias não estão apenas interessadas em prolongar a juventude, mas também, em restaurar sentidos e/ou movimentos, superar limitações e expandir capacidades físicas e mentais a partir da introdução de artefatos tecnocientíficos no corpo. O homem híbrido parte orgânico, parte inorgânico é uma realidade. É cada vez maior a compreensão de que o corpo se tornou o lugar por excelência das tecnologias de ponta e o destino das máquinas (Couto, 2009, p. 47).
Investir no corpo passou a ser um excelente negócio, o mercado da beleza, da saúde e do bem estar nunca foi tão atrativo, a cada instante um novo produto milagroso surge nas prateleiras com a promessa de tornar o corpo perfeito e de melhorar abruptamente o desempenho dos órgãos. A velhice parece estar cada vez mais longe de novas vidas tecnocientíficas.
Segundo o autor (2009), o corpo se tornou o lugar ideal para todo tipo de experimento da biotecnologia, investimento da economia de mercado e o principal objeto de consumo no capitalismo avançado. Este determina a partir de mensagens publicitárias o novo olhar que individuo deve ter sobre seu corpo, produzindo homens insatisfeitos com a sua aparência e capazes de se remodelarem incessantemente para serem aceitos pela coletividade.
Texto produzido a partir do ensaio: Uma estética para corpos mutantes. Edvaldo Souza Couto, 2009.



