Refletir sobre as implicações da cultura digital na formação docente.
sábado, 21 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
PROJETO DIDÁTICO
Doenças relacionadas à água
OBJETIVOS
- Identificar e compreender as relações entre o consumo de água e qualidade de vida;
- Organizar e registrar informações sobre doenças relacionadas à água por intermédio de pesquisa nas tecnologias da informação e comunicação, exemplo, sites: jornalísticos, universidades, centro de pesquisas, blogs de escolas, jornais e revistas impressos;
- Caracterizar causa e consequências da poluição da água para vida das pessoas e para o meio ambiente;
- Propor, criar e imaginar soluções para possíveis problemas sobre a questão do uso, desperdício e preservação da água;
- Socializar os conhecimentos construídos.
- A água no Planeta Terra;
- A água e o seu consumo;
- Doenças decorrentes do uso e consumo de água poluída;
- Qualidade de vida e esgotamento sanitário.
- 6º ao 9º ano.
- Oito aulas.
- Computador com acesso à internet, máquina fotográfica, projetor, material impresso: revistas, jornais, cartilhas educativas.
- Converse com a turma sobre as condições de moradia e saneamento básico em suas comunidades. Passe trechos de reportagens jornalísticas que mostram as condições precárias que as periférias das grandes cidades, especialmente, em Salvador passam, exemplo, falta de saneamento básico.
- Conte que eles vão pesquisar nos vários meios de comunicação e informação doenças relacionadas à água e deverão trazer para próxima aula reportagens sobre as condições de vida que a população mais pobre passa nas periférias das grandes cidades.
- Forme uma lista de discussão para que os alunos troquem informações sobre suas descobertas nas pesquisas.
- Convide cada equipe a produzir um blog sobre o tema água e saúde.
- Produção de painel com as reportagens trazidas pelos anulos e esposto na sala de aula.
- Convidar um agente de saúde para particiapar do debate sobre as consequências do consumo e contato com a água poluída para saúde. Convidar três educandos para fazer o registro do debate: por foto; filmagem e registro escrito.
- Poste no blog da escola os registros produzidos no debate. Convide os alunos a fazem comentários no blog da escola.
- Cada grupo deverá apresentar uma doença relacionada à água: forma de contagio,evolução da doença, danos causados ao corpo e prevenção. As informações coletas deverão ser postadas no blog da turma, assim como, todo o processo de coleta de dados.
- As equipes deverão apresentar a todos os colegas suas produções.
- Avalie todos os materiais produzidos (textos, esboços, roteiros, debates e comentários), a organização e a desenvoltura de cada grupo ao longo das atividades, a produção do blog.
WEBQUEST
INTRODUÇÃO
TAREFAS
Atividade: doenças relacionadasa à água
Turma: 6º de escolarização
Tempo de duração da aula: 4 horas aula (uma aula por semana).
• Pesquisem em sites as doenças relacionadas à água.
• Formem grupos e escolham uma das doenças pesquisadas.
• Elaborem uma campanha para esclarecer a população sobre a transmissão da doença e sua prevenção.
• Apresentação das campanhas, utilizando um dos recursos disponíveis na web: prezi; slide share; produção de vídeo; produção de animação; criação de quadrinhos.
• Publicação das campanhas nos blogs de cada componente e na web.
• Participação nas listas de discussão.
PROCESSO

CONCLUSÃO
http://www.webquestbrasil.org/criador2/webquest/soporte_derecha_w.php?id_actividad=1164&id_pagina=1
sábado, 5 de março de 2011
Atividade Final do Módulo 1 - Ciclo IV
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Segundo, Felipe Serpa, Galileu introduziu um novo caráter ao processo do conhecimento, a partir de novos critérios que eram a relação e a quantidade, em oposição, a essência e a qualidade da idade média, desde então, a razão passou a comandar o processo de produção do conhecimento. Descartes foi o responsável por concluir o pensamento sobre a visão relacional de Galileu, separando a emoção da razão.
Ainda de acordo com o autor, no medievo a percepção era centrada na essência e na qualidade e seu substrato era teológico. Na modernidade, a percepção é centrada na quantidade e na relação, e seu substrato é tecnológico. A base do novo pensamento cientifica é a historicidade e o fundamento da percepção seria a práxis, entendida como atividade humana.
A convivência entre os indivíduos, a troca de experiências e o construir juntos tornaria um homem naturalizado e a natureza humanizada em uma relação de interdependência com fluxos contínuos não lineares.
Pretto, Nelson de Lucca (organizador). Tecnologia e novas educações: crise contemporânea. ADUFBA. Salvador, 2005.
O PROFESSOR NA ERA DIGITAL
Atividade baseada no texto de Celso Antunes.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Reflexões sobre educação e consumo
A sociedade em que vivemos direciona as necessidades dos indivíduos. Desejos tornam-se necessidades, quem não conhece pessoas que não dominam a lingua escrita, mas que possuem um celular top de linha.
A obrigação de ter produtos caros e modernos está pautada na crença de que o valor da pessoa humano pode ser quantificado pelos bens que possui. Esta crença é disseminada a cada instante por todos os meios de comunicação de massa. Propagandas imundam nossas vidas, atingindo diretamente crianças e adolescentes de todas as camadas sociais, contribuindo para o aumento da violência em nossas cidades. Diariamente nos deparamos com notícias de jovens que matam e morrem com causa de um tênis, de um celular.
As causas do aumento da criminalidade são muitas: baixa escolaridade, desemprego, aumento do uso de drogas, gravidez na adolescência, falta de políticas públicas para a população de baixa renda e o aumento acelerado do consumo.
Nós educadores conhecemos bem o efeito devastador do apelo do consumo nas vidas de nossos educandos, muitos deles abandonam a escola para trabalhar e, em alguns casos, para entrar no mundo crime.
A prof. Elisabeth trouxe para o curso números que demonstram como as agências publicitárias estudam minuciosamente o comportamento das pessoas em cada faixa etária e como os produtos são fabricados para atingir cada público. Diante do exposto devemos refletir nosso papel na sociedade: somos meros consumidores manobrados pela mídia ou somos consumidores com consciência crítica?
De acordo com prof. André Lemos, a cultura massiva pré-digital formava apenas leitores, mas a cibercultura rompe com o monopólio do pólo de emissão e permite que além de falar, possamos escrever e nos agregar livremente. O individuo nesta nova reconfiguração é leitor e produtor de conteúdo, em um movimento não linear de construção de conhecimento. Cabe a escola se apropriar da linguagem digital e reconfigurar sua forma de informar e produzir conhecimento.
Segundo Nelson Pretto, as escolas que tenham em suas propostas pedagógicas uma inserção maior no mundo da mídia. Aqui também num duplo sentido: de um lado, com a presença de programas, emissões, emissoras e todas as fontes possíveis de informação. De outro, como possibilidade de efetivamente produzir. Com a possibilidade de fazer de cada espaço escolar um espaço de produção coletiva e, principalmente, de emissão de significado, construirão o que Pierre Lévy chama de inteligência coletiva.
A cidadania é um exercício diário de reflexão e ação dos direitos e deveres de cada membro na coletividade e a escola é um dos ambientes propícios para esta reflexão, devemos estimular o debate em nossas classes demonstrando ao educando que ele também é responsável por uma sociedade melhor.
· Referências bibliográficas
· Suje as mãos! Veja texto de Nelson Pretto, publicado no TerraMagazine (17/01) e no Jornal ATarde (18/01)
· PRETTO, Nelson. Linguagens e Tecnologias na Educação. In: CANDAU, Vera (org). Cultura, linguagem e subjetividade no ensinar e aprender. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. p. 161-182. Disponível em
· Lemos, André. O que cibercultura? Trecho do debate “ Educar na cultura digital” – Bienal de São Paulo - 2010



